Wednesday, December 31, 2008

Jiilly hiilly

Ele atravessa a rua, em uma noite de sol.
Seus óculos escuros, suas lentes claras e sua vida na grande mochila vermelha.
Ele escuta suas melhores músicas, aquelas que lhe fazem lembrar.
Só um homem.
Seus sapatos grandes e pretos, seu blusão amarrado na sintura e uma mágica que não me assusta.
Ele passa por aqui todos os dias, olha para meus olhos e me distrai com um sorriso...
Ele gosta disso, de ser apenas um homem, sem interesse algum por mim.
E não estou falando somente sobre ele, estou falando de mim.
Foram alguns que me tocaram que me vestiram e beijaram minhas costas em uma noite fútil.
Mas o incrível é o querer, alguém que nunca toquei e nem tirei os seus óculos.
Apenas homem, de cabeça bonita e olhos pequenos.
Entre Jilly Hiill, pela minha porta, me pegue nas mãos e me rode no meio do tapete vermelho da sala.
Coloque minha cabeça sobre seu ombro, enquanto eu fico na ponta dos pés...
Diga que meu cabelo tem cheiro de hortelã e que minhas pernas combinam com as suas.
Diga que não precisa de mim, mas precisa estar ali... Para sentir vivo.
Jilly Hiill, Jilly Hiill... Só um homem, meu desejo e meu absurdo… Quem nunca vi, a não ser atravessando a rua… Com suas belas canções e suas pernas engraçadas.
Entre por aqui! E não diga nada, não quero que precise de mim, só quero um acompanhante para dançar. Uma bela noite de setembro.

Monday, November 24, 2008

Elefante.

Isso não precisa parar...
A dança misturada aos dedos dos pés, a carícia na alma, e o cabelo bagunçado.
Você corre, como uma criança querendo, algo que não sabe.
Aquilo não precisa parar, nem o querer rápido e devagar... sorrateiramente.
Só precisa pintar um elefante.
Preciso trocar os sapatos, é segunda.
Isso não precisa parar, não agora.
E no meio de tanto preciso, vejo ela mexendo o corpo.
Olhando longe, como se ela buscasse algo pra dizer, palavras vomitadas.
Sente ao meu lado, no muro, conte coisas e deixe com que as vozes se misturem.
Nem precisamos correr, hoje não.
Mas ninguém pinta um elefante, tão bem como ela.

Friday, November 21, 2008

Jude está em seu mundo novamente.
Seu nome, quando nasceu, era Alice... Jude é seu nome escolhido.
Não suportava a idéia de ter o mesmo nome pelo resto da vida. Quando criança gostava de inventar palavras e usar seu vestisdo roxo. O que mais a divertia eram os vagalumes, o formigueiro e o inventado.
Hoje, ela cresceu, digo sempre que Jude pulou partes da vida e que disso veio sua essência.
Ela no fundo gosta da lúxuria e de ser sozinha, certas coisas s$ao substituiveis... E não venha dizer a Jude que isto está errado, ela lhe responderia que o amor não é pra todos e que se fosse, seria fútil e feio.
Jude! Ah, se ela soubesse! Que o desatino é sua melhor qualidade.
Jude fecha a porta, tira a roupa e dança no escuro, sua música predileta... Henry hoje saiu da sua vida, mas Jude entendeu, que há pessoas e pessoas. Há pares de olhos por todos os cantos, há sexo por todos os ares e há alguem seu e não tão seu em algum lugar.
Jude, não é de lugar nenhum e isso é oque mais a encanta.
Acorde bela Jude, há um mundo e corpos para você sentir lá fora, não lembre por hoje de nada.
Jude, a bela menina, ninguém sabe dela e nunca mais ouviu. Dizem que ela está nos mesmos lugares e cantos... Com o mesmo cigarro, unhas pintadas e roupas estranhas... Deve estar rindo, a risada... Jude e Henry, o incomum e berradouro... Que acaba, debaixo da chuva e com novas sensações... Henry... O jeito de Jude arrumou de se apaixonar por alguns dias.
Jude, a mesma menina, sendo sempre o meu lado pior.
E há várias Judes por aí, em cada canto, é só perceber.
Acabando por aqui, coisa que não acaba nunca. O mundano, o cabeça para baixo, o continuar... Tudo faz parte de uma conectividade estranha... Que não há nada como isso, os fatos são previstos pra certas pessoas... Mas viver assim deve ser matante. Prefiro Jude, algo contado como eu mesma... Refletido em coisas que sinto e que já substitui... Preciso de um banho e sair para a rua, com minhas manias e minhas curiosidades... Não há nada que me tire isso, não ser de lugar nenhum... Ofereço meu sorriso de canto de boca e minha janela aberta.

Jude...

Jude acorda com o gosto da ressaca na boca e seu corpo espalhado na cama.
Se sente mundana, ao que fez na noite passada, mas lembrou de um par de olhos...
E não pertencia a Henry, o cheiro do perfume barato estava no seu corpo e a sensação do toque no rosto ainda a assustava.
Levantou, penteou os cabelos, um lenço no pescoço, molhou os cabelos, vestiu o vestido mais colorido e saiu ver a rua.
Andou quadras, um cigarro atrás do outro, como se precisasse de companhia... Viu vitrines e comprou um chapéu e algo para comer... ""E como o mundo pode ser tão colorido?", ela pergunta ao atendente na lancheria, sem ganhar nehuma resposta, se responde com uma tosse e um sorriso no canto da boca. Jude nesse momento, entendeu, por que Henry havia ido embora e não se sentiu mal por isso. Apenas concordou, que Henry não sabia voar como ela... Que se apegava ao passado e outras mulheres, ele não tinha a alma nobre de quem se entrega, nunca terá. Jude senta em seu sofá vermelho, troca o vinho por uma dose forte de conhaque, acende seu cigarro longo e abre a janela... A chuva lá fora cai, alguns meses, com intervalos pequenos de sol... Mas sempre chove. Jude não para de pensar no par de olhos que encontrou, Henry continua ali dentro dela), mas ela sabe que Henry está a perdendo... E isso dói, machuca, deixa seu corpo sem arrepios... Jude cheira a flores baratas, mas mágicas... Henry não faz mais tanta parte daquilo, ela espera o par de olhos, como uma criança esperando o dia importante entrar pela porta. Jude, o meu lado pior. Você não precisa olhar para ela, dizem por aí que Jude nunca ficou só e nem tem o tal medo disso, mas dizem também que Jude quer provar, provar o mais indelicado e louco sentimento... Misturado ao sexo, ao ter e sentir. Ela não precisa mais de Henry, apesar da falta, uma menina ainda, como qualquer outra... Que gosta da grama e da chuva, que anda pelas ruas cheia de manias e curiosidade. Henry continua sua viagem covarde e fugindo... Na maioria do tempo ele pensa em Jude, mas não pode admitir essa loucura... E aí, a deslealdade do ser, que Jude tanto confunde e detesta... Não, ela não admite a total realidade de um ser, uma menina, do intervalo de tempo e das emoções concentradas no seu corpo e na sua alma. Tal alma, que não a assusta, prefere ser a menina... Que corre entre as flores e guarda as cores nos sapatos. O meu pior e o pior de Jude, o que se torna essencial, da nossa tal natureza.

Wednesday, November 19, 2008

Jude dizia loucamente ao vento
O coturno velho e o couro com o cheiro... Cheiro de Henry.
A cama, a comida mal feita, o sorriso amarelo e o cigarro ao lado.
Jude precisa, do corpo, da mente e de toda a deslealdade de Henry...
Mas jude não o ama, simplesmente quer seu orgulho, mórbido e vazio.
Henry pega o primeiro trem, as dezoito horas, em um setembro chuvoso e gelado...
Ao lado, um bilhete e a poltrona vazia. São seis da manhã, quando Jude acorda, pega seu velho diário e delira com suas palavras, escondidas e intojadas.
Jude é imunda, caótica e insensível... Cheira a vinho e cigarro do mais forte.
Dirige feito doida pela cidade, enquanto Henry, busca novos ares.
Mas Jude também sonha, mas prefere ser ela... Mesmo que Henry não volte, ela estará do mesmo jeito... Sem esperar, com seu corpo branco na cama mal feita.
Jude cheira a sua própria emoção, sozinha, na velha banheira pequena e branca... Raspando as pernas, fumando um cigarro... Esperando o barulho de algo que mova sua vida de lugar, mas e Henry? Seu corpo, ela não toca mais, suas mãos são inibidas por seus prazeres... Somente pelos seus... Jude, um pouco de cada.

Poros

Hoje, eu disse ontem que iria chover, foi o primeiro pensamento.
talvez eu precise falar um pouco de mim, do fora e do ausente.
Em primeiro lugar, caracterizo o fato de escrever como minha fulga...
Um café preto e um cigarro no meio dos dedos, como se fossem as únicas coisas que prestassem agora.
Um guardachuva verde, botas pretas e lenço com flores... Somente isso.
Não explique de novo, consequências e fatos... Ainda bem que existe o botão.
Não há nexo em coisas desentendidas e nem prováveis discussões bem resolvidas... O bem resolvido assusta, manipula e esfria.
Meu rosto é quente e minha alma perdida e confusa, do jeito que gosto, abafada e sem rumo.
Você consegue escutar o barulho depois da chuva e dizer que logo irá parar? A sensação se assemelha ao primeiro gosto de um morango.
Sinto sua falta, de quem não sei e nem preciso, mas somente sinto. Não de você, mas de você.
Os pés descalços agora, enrolados nas pernas, na posição descançada e que o corpo se aconchega.
Meu corpo, meu bem!
Os poros, a dança, fazer parte, voar, imaginar, a menina, os sapatos, as cores... Tanto faz, só preciso disso hoje. Sentir nos poros!

É o que dizem sobre as cores, relatadamente imprevistas e misteriosamente misturadas, formando outras...Lentamente sobre o vento, nas faces e interiores... Superiores, ao que dizem. As cores! Ao saber, você nâo reage, nâo é necessário... O técnico nâo é a prática, a prática irrita, o desembocado atrai, as cores. O mesmo velho girassol, o doce da cor, o preto e o branco... A lealdade do ser, que nâo se engana com a fidelidade... A liberdade na pele, que do interior retorna e se mostra a mesma menina... De quem os sapatos, ainda sâo coloridos e lotados de boas sensaçôes. As cores e as pessoas, que nâo se entende, a mistura...Das tais sensaçôes, cores sâo cores... Da menina de saia rodada e do balanço no escuro. Os mesmos sapatos, meu bem.

Sunday, November 16, 2008

Cinza

Acordei descalça e com o suor no pescoço.
Uma toalha enrolada no corpo, a sensação.
Olhei aquele corpo ao meu lado, não era o mesmo.
O cheiro no cabelo e um cigarro na janela.
Eu podia escutar o dia cinza e sentir o bonito...
Seguir com os olhos um homem de cabelos longos e grisalhos, ao atravessar a rua.
Somente eu alí, ainda com os pés no chão...
Em um velho hotel, com travesseiros estranhos e cortinas no chuveiro.
Me beija apesar de tudo.
Eu me presto, nua de alma e um acordar...
Olhar ao espelho, mãos no cabelo mal lavado, o corpo branco...
Sem palavras, apenas um sorriso de canto.
Eu gostei mais de mim.
Rebobinar, rebobinar, meu bem.
Maquiagem borrada, atrai você assim.
Gosto mais de mim.
Gosto do meu prazer, do meu toque e da minha pele...
Mas não desprezo a sua.
Eu me presto, nua de alma e um acordar...
Mas eu gosto bem mais de mim.
Um belo domingo cinza.

Monday, October 13, 2008

Possibilidades e inconseqüência.

Ontem alguém me disse que o importante seria fazer, fiquei catalogando frases idiotas que pudessem me dizer algo. Defini como burradas mal analisadas e desregradas e me senti cheia de possibilidades de errar. Aí surge a tosquice, no bom sentido da palavra, nada pior que isso pra alma. Alguns chamam de fase ruim, eu chamo de possibilidades sujas. Assim que sinto, alguém usou o dialeto inconseqüente para me definir, fiquei repetindo o cabível momento de que poderia ser verdade, mas não o fato da definição, mas dos atos em si. Não conseguiria me definir de nenhuma maneira, a surpresa é grande quando alguém tem esse dom de definir. Então começo falando de definição, isso realmente me agonia, nada comparado à auto-ajuda e semelhança própria... Falo de sensibilidade a tudo que vem daria uma mão inteira pra não ser o tal dialeto. Eu deveria ter aprendido a escutar os mais velhos, acho que não. Surpreendo-me com a instabilidade, querendo provar o estável e o rotineiro de alguma situação, o irônico chega a ser sem graça e absurdo. O que eu mais queria? Era não querer nada, passar 24 horas sem querer nada. O querer enjoa e detona qualquer parte pensativa do meu ser. Hoje é isso, queria poder não querer, querer nem isso e muito menos aquilo, só não querer. Viver um dia sem possibilidades.

Tuesday, January 01, 2008


Suzana Gross, 25 de maio de 1987, em uma pequena cidade, não tão pequena, Getúlio Vargas. Filha de uma mãe gigante e irmã de dois grandes homens. Navegante do mundo interno e terrestre do externo. Adoradora de flores, marte e coisas pequenas, para alguns, faço do pequeno virar essencial - Do ponto da minha certa percepção -. Observadora de fatos e do vento, gosto das folhas brincando de voar e da vida que se mistura ao hoje. Uma biblioteca de lembranças... Falando em detalhes, gosto dos traços e de todo tipo de sorriso. Viajo em todas as coisas que passam por mim, deixando bem claro o certo limite que não existe. Gosto da questão de pele e da luxúria, peco todos os dias e a gulodice me persegue. Tenho um bom diálogo com cães de rua. Admiro os 5 sentidos, fascinada pelos poros e admito que arrepios são deliciosos. Uma perdida em relacionamentos amorosos e namorinhos de portão, costumam a me dizer que um dia eu acho. Mas a procura não vive mais de mim, é gostosa a ilusão do príncipe encantado... Imagino cenas antes de dormir, e carneirinhos viram desbaratinação total. Viciada em música. Gosto das descobertas. Prefiro ler a ver Tv, preferência por filmes europeus e cobertas bagunçadas no meio da sala. Não me importo com concordâncias e o tal nexo. Já corri do mundo, com vontade da lua. Já dancei escondida de todos e pulei no meio da multidão. Já estive com vários tipos de flores, já senti o aveludado da mesma e me diverti com as cores. Já investiguei uma barata e corri de lagartixa, e em todas às vezes foi fantástico. Já comi sem querer querendo, já escondi todos os doces debaixo da cama... Já me diverti com velhas piadas e noites de pijama. Já passei horas vendo estrelas e tentando contá-las. Já descobri que nem todo mundo é igual e que ao mesmo tempo existem certas semelhanças. Já vi desenho nas nuvens e dormi debaixo de uma árvore de amorinha. Já rodei de cabeça pra baixo, brinquei de pique esconde. Observei formigueiro.Já passei dias sem pensar, e dias só pensando. Já corri em zigue-zague entre os postes. Já me afoguei de tanto rir e ri pra não chorar. Já falei palavrões cabeludos, já briguei e perdi a razão. Já me escondi embaixo da mesa para assustar. Já fiquei presa no banheiro e pulei o muro. Já roí as unhas. E já deixei tanta gente. Já raspei panela de brigadeiro. Já vi o pôr do sol e suas tonalidades e fiquei de prosa sem pensar no tempo. Já experimentei certos experimentos.Já acreditei em formiga do dente, velho do saco, louca da maçã e no coelhinho da páscoa. Já tomei um porre e acordei com o sol na cara. Já escutei a mesma música durante horas a fio e inventei vários passos. Já fingi que dormia e espiei. Já andei de pé no chão e comi azedinhas da grama. Já andei devagar na chuva e molhei meus sapatos. Já olhei debaixo da cama antes de dormir. Já quis voltar ao passado e ter certa perspectiva de um futuro, já quis demais o presente. Já corri pelo escuro apertando os olhos. Já senti o tal gosto do amor, e sinto até hoje com tudo que tenho. Já senti saudade até sufocar. Já pintei o cabelo de cores diferentes, já usei maquilagem da mãe pra me sentir mulher. Já quebrei o salto por não saber me portar encima dele. Já cantei debaixo do chuveiro e me escondi na espuma. Já fiz xixi nas calças na porta do banheiro, já falei sozinha na rua e vi um filme sozinha. Já dormi nos teus braços sem estar, e já imaginei você que nunca vi e nem sei quem é. Já fiz caretas e sai correndo, já perdi as chaves e a bolsa. Já ri fora de hora e fiz campeonato de arroto (me dei mal). Já perdi e ganhei, e continuo querendo a tal da vida. Já quis ter mais e vi que tinha o que precisava... Já vesti as meias viradas e não penteei o cabelo ao acordar. Já arrumei e desarrumei malas em lugares diferentes. Já fiz xixi de pé e corri atrás de vaga-lumes. Já desisti e persistir. Já rasguei velhos retratos e os colei logo depois. Já fiz pose e já fui pega de surpresa. E eu gosto disso, das possibilidades. E as portas? Gosto do vento entrando por toda a casa. E eu continuo guardando meus discos velhos e descobrindo os novos.Como sensações e o acontecer.

Corra pelas flores amarelas. Corra entre elas e ao redor. Corra rápido sem pensar onde seus pés estão. Corra descalço e sinta a terra entrar no meio dos seus dedos. Em uma pitada de momento, o corpo se arrepia com tal manifestação pura. Veja a luxuria saindo pela sua pele e apenas toque, o céu não é tão longe assim. Vi meninas dançando ao entardecer, e achei delicioso o balanço dos corpos, apenas dançar. Corra pelas flores amarelas. Corra entre elas e ao redor. Corra rápido sem pensar se o vento bagunça os cabelos. Respire profundamente a nostalgia e grite tudo que há para não falar. Se você soubesse, que a tentação segue o rumo da luxuria por pura simplicidade. E o corpo se torna novo ao fim do dia, confortado em um canto, esperando a alma sair. Não continue andando por onde tão te basta, sente aqui ao meu lado e escute velhas músicas, seja devagar e ande pelas pedras, depois escutarei suas lamúrias meu bem. Sente ao lado de uma figueira, solte fumaça pela boca e leia um velho livro de páginas empoeiradas e amareladas, ache graça nisso, como eu meu bem. Menina, grande, ficarei por hoje para pentear seus cabelos. Não me olhe como alguém que já me viu em qualquer canto, nem me reconheça em suas lembranças, o velho saco de plástico voou por aqui hoje... Você percebe? Alguns já esqueceram de andar descalços alguns minutos no dia. Ah, se eles soubessem que não reconhecer o chão modifica o caminho. A grama estava molhada após a chuva de uma sexta feira e as rosetas continuam lá. Corra pelas flores amarelas. Corra entre e ao redor... Corra devagar agora, parando e olhando. Não esquecendo dos pés descalços e dos olhos, os olhos... Que tudo enxergam. Corra pelas flores amarelas e veja-as do seu jeito. E não me diga que são apenas amarelas, não diga tamanha tolice, meu bem!